O Pleonasmo pode existir em duas formas, como figura de linguagem e como vício de linguagem.
Como figura de linguagem, bem usada, é um reforço estético muito apropriado, com o viés de ênfase.
Como vício de linguagem, está mais ligado à idéia de redundância. A repetição desnecessária que não reforça nenhuma idéia que já tenha sido colocada. É sobre esse tipo que trataremos nesse post. Alguns exemplos:
Isso porque o pleonasmo pode ter sua ocorrência determinada em diversos graus. Tudo depende do grau de conhecimento que integra o repertório do emissor em relação aos ouvintes. "Subir para cima" é fácilmente detectado, já "hemorragia de sangue" é necessário um mínimo (ainda que básico) conhecimento biológico. "Elo de ligação" então, gostaria de saber quantas pessoas param para refletir se existe outro tipo de elo, ou o próprio significado da palavra elo.
E então, aprofundando nas sutilezas das redundâncias apresento mais uma: "um detalhe a mais".
Explico: Para conhecer um detalhe, se pressupõe o conhecimento da visão superficial do assunto. E qualquer conhecimento será um adicional em profundidade.
Supondo que agentes de um diálogo se esmerem em aumentar o repertório e abominem os pleonasmos, até que ponto eles reduziriam a linguagem? Qual o grau máximo de minimalismo possível?
Como figura de linguagem, bem usada, é um reforço estético muito apropriado, com o viés de ênfase.
Como vício de linguagem, está mais ligado à idéia de redundância. A repetição desnecessária que não reforça nenhuma idéia que já tenha sido colocada. É sobre esse tipo que trataremos nesse post. Alguns exemplos:
- Subir para cima / Descer para baixo
- Sofreu hemorragia de sangue
- Um elo de ligação
- Cada um, individualmente
- Cursar um curso
- A bola redonda
- Há 5 dias atrás
Isso porque o pleonasmo pode ter sua ocorrência determinada em diversos graus. Tudo depende do grau de conhecimento que integra o repertório do emissor em relação aos ouvintes. "Subir para cima" é fácilmente detectado, já "hemorragia de sangue" é necessário um mínimo (ainda que básico) conhecimento biológico. "Elo de ligação" então, gostaria de saber quantas pessoas param para refletir se existe outro tipo de elo, ou o próprio significado da palavra elo.
E então, aprofundando nas sutilezas das redundâncias apresento mais uma: "um detalhe a mais".
Explico: Para conhecer um detalhe, se pressupõe o conhecimento da visão superficial do assunto. E qualquer conhecimento será um adicional em profundidade.
Supondo que agentes de um diálogo se esmerem em aumentar o repertório e abominem os pleonasmos, até que ponto eles reduziriam a linguagem? Qual o grau máximo de minimalismo possível?

7 manifestações:
"Supondo que agentes de um diálogo, se esmerem em aumentar o repertório e abominem os pleonasmos"
impressionante, o cara querendo dar aula de portugues e ainda me separar sujeito e verbo com VIRGULA. Santa ignorância batman!
é isso.
Longe de mim, querer dar aula de Português. Nem nome de professor eu tenho (com o perdão do trocadilho, Pasquale). No próprio post, se leu com atenção, assumo minha suscetibilidade ao erro.
A nossa língua mãe tem inúmeras peculiaridades. E na pressa de inserir um texto quando o insight me vem a cabeça, sem passar pelo corretor ortográfico do Word um só erro, eu considero uma façanha pessoal.
Minha única pretensão com o post é divulgar um conhecimento que tomou conta de minha cabeça em um momento particular.
Agradeço a sua correção, caso note outras imperfeições estou à disposição.
Ps: A propósito, no seu comentário você começou duas frases (considerando “é isso’) com letra minúscula e “VÍRGULA” tem acento.
Existem pleonasmos muuito mais sutis na lingua portuguesa, por exemplo: boa caligrafia (grego: calis = bonita, grafia = escrita), o Alcorão (al = pronome, corão = o livro) seguindo a mesma regra, o alface, a alfândega, etc.
Alguns destes pleonasmos estão tão intrísecamente entranhados na língua portuguesa e no cotidiano que fica difícil percebê-los.
Em tempo: "intrísecamente entranhados" foi proposital. :D
eu só queria apontar sua predisposição à arrogância.
já não bastasse afirmar que o ser humano médio é imbecil. Agora "conhecimentos tomam conta da sua cabeça". você não descobriu a américa.
além disso, todo momento é particular.
beijos
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