Terça-feira, Abril 10, 2007

Estranha Rota de Acontecimentos

Engraçado. Domingo assiti na TV "Tudo acontece em Elizabethtown". Quem viu sabe que no final há uma deliciosa viagem pela estrada americana totalmente guiada por mapas, personalizada com músicas, fotos, etc.


Descubro então que o Google acaba de lançar o serviço My Maps, onde é possível fazer algo semelhante com bits, adicionando anotações fotos, linhas, etc em cima de um mapa fornecido pelo Google. A sua visão personalizada do mundo. No caso da viagem do filme seria necessário um notebook e as músicas já no HD do computadoe. :P


Você pode criar várias versões: seus pontos preferidos na cidade, destinos de viagem desejados ou já percorridos, etc. Ainda pode-se compartilhá-los com amigos e tornar público para pesquisa.


E enfim, pesquisando os mapas criados por outros, descobri o da lendária rota 66, com entrevistas de personalidades e muitas fotos de pontos turísticos. Logo me remeteu ao filme, e a idéia de percorrê-la não me soa mais tão absurda. Confira.

Segunda-feira, Abril 09, 2007

Universcale


Site em Flash muito legal que dá uma noção mais real da ordem de grandeza das coisas: desde um átomo até o universo, mostrando as unidades de medida apropriadas a cada escala. Além de curiosidades diversas, como saber que um girassol é maior que um ser humano médio.

Uma lição para empresas que não se tocaram que podem produzir conteúdo não vendedor e de entretenimento aos seus consumidores ( o site é da Nikon).

Universcale

Segunda-feira, Abril 02, 2007

Ganância na indústria do entretenimento

Fui assistir Sweet Charity. A casa de espetáculo que comportava a peça foi o que mais me chamou atenção - antigo Palace - a casa já mudou de patrocinador/nome diversas vezes (Directv, depois CIE e agora Citibank Hall). A baixa qualidade da casa deve justificar sua rotatividade de patrocinadores: Mesas simples com cadeiras péssimas para se assistir a um musical longo. Não há inclinação, deixando todas as mesas no mesmo nível e dificultando a visualização. Mas o que me incomodou mesmo foi a cena que testemunhei:

Na calçada do estabelecimento estava lá um pipoqueiro querendo ganhar seus honestos trocados. Na entrada, um casal à ninha frente fora barrado pois não podia entrar com a pipoca comprada com o ambulante.

Até concordaria com a decisão do estabelecimento se fosse proibido qualquer consumo de alimento no interior. Mas não, pois serviam alimentos e bebidas de toda sorte. E ironicamente, no intervalo entre os atos da peça, o único snack servido na bomboniére era pipoca.

Quer dizer uma casa de shows não contente com os ingressos nas centenas de reais ainda é sedenta por lucro a ponto de concorrer desleamente com um pipoqueiro?

OBS: Vale lembrar que essa prática também é comum nos cinemas de shoppings, impedindo alguns clientes de entrar com alimentos de outras redes da praça de alimentação.